terça-feira, 30 de outubro de 2018
terça-feira, 22 de maio de 2018
MAPA MENTAL: A TEORIA POLÍTICA DE ARISTÓTELES.
A TEORIA POLÍTICA DE ARISTÓTELES

Há
várias definições para a Política, mas, em termos gerais, política significa a
arte de administrar a chamada coisa pública, aquilo que pertence a coletividade
(Estado/cidade), é também uma arte de negociação para compatibilizar nossos
interesses particulares mediante as leis e regras da sociedade.

O termo tem
origem etimológica no grego polítikos e politique- derivações da palavra grega pólis
que significa cidade e sugere os sentidos de a arte de governar a cidade (coisa
pública) e aquele que habita a cidade.
Em
Aristóteles, a palavra política esta associada à vida em sociedade, por isso; o
homem é um animal político por natureza, isto é; o zoon politikon, um animal político por natureza que fala e pensa e
não consegue viver sem os outros, ou seja, só se realiza plenamente enquanto
ser humano dentro do convívio social da polis (cidade), é o agente da polis ou
polités (o cidadão).

Sinteticamente,
pode-se dizer que, na filosofia aristotélica, a política é o desdobramento
natural da ética. Ambas, na verdade, compõem a unidade do que Aristóteles
chamava de sabedoria prática. Enquanto a ética está preocupada com a felicidade
individual do homem, a política se preocupa com a felicidade coletiva da
cidade.
Se há uma teoria
política em Aristóteles, diríamos que ela se divide em ética (que
trata da felicidade individual do homem como membro da cidade) e a política propriamente dita, que
trata da felicidade coletiva da cidade. O objetivo mais imediato seria investigar
as formas de governo e as instituições capazes de assegurar uma vida feliz ao
habitante da cidade, ao polités.
Segundo o
filósofo, se alguém por natureza e não só acidentalmente, vive fora do Estado,
é superior ou inferior ao homem.
Nas palavras do filósofo: ‘’De fato, se cada indivíduo isoladamente não é autossuficiente, consequentemente em relação à cidade ele é como as outras partes em relação ao seu todo, e um homem capaz de integrar-se numa comunidade, ou que seja auto-suficiente a ponto de não ter necessidade de faze-lo, não é parte de uma cidade, por ser um animal selvagem ou um deus. (...) [Política:1977, pp.15-16]
Nas palavras do filósofo: ‘’De fato, se cada indivíduo isoladamente não é autossuficiente, consequentemente em relação à cidade ele é como as outras partes em relação ao seu todo, e um homem capaz de integrar-se numa comunidade, ou que seja auto-suficiente a ponto de não ter necessidade de faze-lo, não é parte de uma cidade, por ser um animal selvagem ou um deus. (...) [Política:1977, pp.15-16]
O
objetivo primeiro da vida humana é a felicidade; logo, o Estado é viabilizar a
felicidade de todos os cidadãos. Aristóteles divide as constituições possíveis
de Estado em justas e injustas.
Dentro
dessa perspectiva, pode-se imaginar que a tarefa da política investigar e
descobrir quais são as formas de governo e as instituições capazes de assegurar
a felicidade coletiva (bem comum).
Constituições
de poder: justas e injustas.
Constituições
justas são as que servem ao bem-comum e não ao bem dos governantes.
Tais são: a monarquia ou o governo de um só que cuida do bem de todos; a aristocracia ou o governo dos virtuosos, dos melhores, que cuidam de todos, sem atribuir-se nenhum privilégio; a república, isto é, o governo popular que cuida do bem de toda a cidade (coisa pública).
Tais são: a monarquia ou o governo de um só que cuida do bem de todos; a aristocracia ou o governo dos virtuosos, dos melhores, que cuidam de todos, sem atribuir-se nenhum privilégio; a república, isto é, o governo popular que cuida do bem de toda a cidade (coisa pública).

Constituições
injustas são as que servem ao bem dos governantes e não ao bem-comum. São elas:
a tirania ou governo de um só que procura o interesse próprio; a oligarquia ou
o governo dos ricos que procuram o bem econômico pessoal; a democracia ou o
comando da massa popular que quer suprimir toda diferença social em nome da
igualdade.
segunda-feira, 21 de maio de 2018
A TEORIA ORGANICISTA DE ESTADO, DE PLATÃO (ATIVIDADE AVALIATIVA: MAPA MENTAL)
A TEORIA ORGANICISTA DE ESTADO DE PLATÃO

Platão, discípulo do mestre
Sócrates, sofreu profunda sequelas com a condenação do mestre pela sociedade
democrática ateniense.
A condenação de Sócrates fez Platão colocar em xeque o
regime democrático.


Platão precisava encontrar uma
solução melhor para os problemas sociais do seu contexto, melhor do que a
vigente. Afinal, Platão pensava: ''que sociedade é essa que condena o seu filho
mais nobre, apenas por questionar a sociedade?
Todo o projeto político platônico
foi traçado a partir da convicção de que a Cidade-Estado ideal deveria ser
obrigatoriamente governada por alguém dotado de uma rigorosa formação
filosófica.
Platão desenvolve uma concepção organicista
de Estado.
Platão acreditava que existiam três
espécies de virtudes baseadas na alma, que corresponderiam às bases da
pólis: A primeira virtude era a da sabedoria, deveria ser a cabeça do
Estado, o governante, pois utiliza a razão. A segunda espécie de virtude é a coragem,
deveria ser o peito do Estado, isto é, os soldados ou guardiães da pólis, pois
sua alma é imbuída de vontade. A terceira virtude, a temperança, que
deveria ser o baixo-ventre do Estado, ou os trabalhadores, pois sua alma orienta-se
pelo desejo das coisas sensíveis.
O homem para Platão era dividido em
corpo e alma. O corpo era a matéria e a alma era o imaterial e o divino
que o homem possuía. Enquanto o corpo está em constante mudança de aparência, a
alma não muda nunca. Desde quando nascemos, temos a alma perfeita, porém não
sabemos. As verdades essenciais estão inscritas na alma eternamente, porém, ao
nascermos, nós as esquecemos, pois a alma é aprisionada no corpo.
Para Platão a alma é divida em três
partes:
• Racional: cabeça; esta tem que comandar
as outras duas partes. Sua virtude é a sabedoria ou prudência.
• Irascível: tórax; parte da força, dos
sentimentos. Sua virtude é a coragem.
• Concupiscente: baixo ventre; apetite,
desejo, mesmo carnal (sexual), ligado ao libido. Sua virtude é a moderação ou
temperança.
Platão propôs na República o plano
de uma sociedade dividida em três classes principais correspondentes às
funções da alma: o elemento apetitoso, o elemento corajoso e o elemento
racional.
A primeira classe seria
representada pelo elemento apetitoso, formada pela classe mais baixa composta
por lavradores, comerciantes, navegantes e artesãos. A função dessa classe
seria a produção e a distribuição dos bens materiais para a manutenção da vida
na cidade. Essa classe poderia possuir bens particulares e construir famílias.
A segunda classe,
formada pelo elemento coragem seria composta pelos soldados ou militares. Sua
missão seria a proteção da cidade. A essa classe deveria dar uma educação
especial, e dela, sairiam por um processo de seleção, os membros da terceira
classe, destinados a exercer as funções de governo.
A terceira classe
compreenderia o elemento racional, e seria composta por uma aristocracia que,
devido a sua aptidão para a filosofia, exerceriam as funções do governo. Essa
classe teria a missão de legislar, velar pelo cumprimento das leis, organizar a
educação e administrar a cidade. Seus membros deveriam ser prudentes e sábios,
deveriam ser filósofos.
De cada uma dessas
classes esperava-se a realização das tarefas para as quais tinha maior aptidão.

A cidade justa é
organizada pela justa medida, ou seja, onde cada cidadão ocupa seu lugar
designado por sua natureza.
A cidade seria um
grande todo integrada por indivíduos com atividades e interesses muito
distintos, mas com um funcionamento ordenadamente e harmônico.
segunda-feira, 26 de março de 2018
O QUE É O SER HUMANO? FILOSOFIA: 3º ANO 1º BIMESTRE
A
filosofia é uma constante reflexão crítica sobre a totalidade do ser, desde os
seus primórdios, no séc. VI. A. C, quando Tales de Mileto perguntava sobre:
qual é o elemento primordial na composição do universo? E afirmava ser a água.
Um das perguntas fundamentais da filosofia é: o que é o ser humano?

Basicamente
pode-se dizer que o ser humano é um animal racional constituído de um corpo,
capaz de transformar a natureza de acordo com as suas necessidades de
sobrevivência, isto é um produtor de cultura e que é incapaz de sobreviver sem
uma vida social e, por isso, produz a política. Necessita de viver além da
materialidade e por isso, acredita no transcendental (Deus).

Não há uma
definição exata para o ser humano, logo a vida humana pode ser analisada por
inúmeras perspectivas.
Vejamos o que alguns pensadores pensaram acerca do ser
humano:
1.
A concepção de HOBBES (filósofo inglês, século XVII), segundo a qual, em estado
de natureza, os indivíduos vivem isolados e em luta permanente, vigorando a
guerra de todos contra todos ou "o homem lobo do homem". Nesse
estado, reina o medo e, principalmente, o grande medo: o da morte violenta.
Para se protegerem
uns dos outros, os humanos inventaram as armas e cercaram as terras que
ocupavam. Essas duas atitudes são inúteis, pois sempre haverá alguém mais forte
que vencerá o mais fraco e ocupará as terras cercadas. A vida não tem
garantias; a posse não tem reconhecimento e, portanto, não existe; a única lei
é a força do mais forte, que pode tudo quanto tenha força para conquistar e
conservar.
RESUMO: o homem é mal e egoísta por
natureza
2.A
concepção de ROUSSEAU (filósofo suíço, século XVIII), segundo a qual, em estado
de natureza, os indivíduos vivem isolados pelas florestas, sobrevivendo com o
que a Natureza lhes dá, desconhecendo lutas e comunicando-se pelo gesto, pelo
grito e pelo canto, numa língua generosa e benevolente. Esse estado de
felicidade original, no qual os humanos existem sob a forma do bom selvagem
inocente, termina quando alguém cerca um terreno e diz: "É meu".
A
noção de propriedade privada, dá origem ao estado de sociedade, que
corresponde, agora, ao estado de natureza hobbesiano da guerra de todos contra
todos.
RESUMO: o homem é o bom selvagem e a
civilização que o corrompe

3. A concepção de FREUD (nascido em Morávia,
1856) Para Freud o homem é um ser de desejo. Sigo com as três instâncias
básicas: o id, regido pelo "princípio do prazer", instância que
acompanha o ente humano desde a sua origem, tinha a função de descarregar as
tensões biológicas, é a reserva inconsciente dos desejos e impulsos de origem
genética e voltados para a preservação e propagação da vida. Para Freud, em
grande parte, esses desejos seriam de caráter sexual, tendo em mira o prazer.
O superego, também inconsciente é gradualmente formado no "Ego". O Superego faz a censura dos impulsos que a sociedade e a cultura proíbem ao Id, impedindo o indivíduo de satisfazer plenamente seus instintos e desejos. É o órgão da repressão, particularmente a repressão sexual. Manifesta-se á consciência indiretamente, sob a forma da moral, como um conjunto de interdições e de deveres, e por meio da educação, pela produção da imagem do "Eu ideal", isto é, da pessoa moral, boa e virtuosa.
O superego, também inconsciente é gradualmente formado no "Ego". O Superego faz a censura dos impulsos que a sociedade e a cultura proíbem ao Id, impedindo o indivíduo de satisfazer plenamente seus instintos e desejos. É o órgão da repressão, particularmente a repressão sexual. Manifesta-se á consciência indiretamente, sob a forma da moral, como um conjunto de interdições e de deveres, e por meio da educação, pela produção da imagem do "Eu ideal", isto é, da pessoa moral, boa e virtuosa.
O
Superego ou censura desenvolve-se em um período que Freud designa como período
de latência, situado entre os 6 ou 7 anos e o inicio da puberdade ou
adolescência. Nesse período, forma-se nossa personalidade moral e social. O ego
é a consciência, ou a racionalidade. É a menor e mais frágil parte da vida
psíquica, subtraída aos desejos do Id e à repressão do Superego.
Lida com a estimulação que vem tanto da
própria mente como do mundo exterior. Racionaliza em favor do Id, mas é
governado pelo "princípio de realidade", ou seja, a necessidade de
encontrar objetos que possam satisfazer ao Id sem transgredir as exigências do
Superego.
RESUMO: o homem é um ser de instinto,
parcialmente racional e imensamente influenciado pela inconsciência
4-
Na concepção de SARTRE (filósofo francês , séc XIX) : o homem é o nada de
predisposições, tábula rasa ( não tem nada de inato) foi lançado ao mundo sem
justificativa, não decidiu existir e, por isso, tem a liberdade absoluta de
escolher o homem que deseja ser, isto é, de fazer-se o homem que corresponde às
expectativas do seu próprio projeto de vida.
A
existência precede a essência, ou seja, primeiro o homem nasce, se relaciona
com os outros e depois desenvolve a sua personalidade e o seu ponto de vista
sobre a vida. Ou seja, o homem é aquilo que faz de si mesmo enquanto existe.
Nas palavras de Sartre: O homem nada mais é do que o seu projeto; só existe na
medida em que se realiza; não é nada além do conjunto de seus atos, nada mais
que sua vida (SARTRE, 1987, p. 13).
RESUMO: O homem é o nada a priori e será
aquilo que fizer de si mesmo ao longo da sua existência
Texto: Michel Gustavo de Almeida Silva
segunda-feira, 12 de março de 2018
FILOSOFIA COMO ATIVIDADE DE REFLEXÃO CRÍTICA E SUA IMPORTÂNCIA PARA A CIDADANIA
A filosofia ocidental surgiu, na
Grécia Antiga, no séc. VI a. Cristo.

Alguns fatores contribuíram para
esse fato: navegação, democracia, moeda e calendário.
Tales de Mileto é considerado o
primeiro filósofo da história, pois, foi a primeira pessoa a tentar responder
as questões do seu contexto de forma filosófica, entendida como aspiração ao
conhecimento racional, lógico e sistemática da realidade natural, sem recorrer
ao auxílio dos mitos. Para o filósofo, a água é o elemento primordial.
O termo filosofia foi criado pelo filósofo e matemático Pitágoras e quer dizer: Philo+ Sophia. Philo=amor ou amizade e Sophia= sabedoria.
O termo filosofia foi criado pelo filósofo e matemático Pitágoras e quer dizer: Philo+ Sophia. Philo=amor ou amizade e Sophia= sabedoria.
No entanto, como dizia o filósofo
alemão Kant (sec XVIII): ‘’Não se aprende filosofia e sim a filosofar’’.
Por que não se aprende a filosofia?
Justamente porque a filosofia não
é algo pronto e definitivo assim como o ser humano e o Ser, os seus objetos de
estudo, pois a cada fato novo surgem novas questões e até mesmo questões tão
antigas quanto a humanidade, tais como; O que somos? De onde viemos? O que
estamos fazendo aqui? Há vida após a morte? Continuam em aberto para novas reflexões.
Quando se fala em Filosofia é
importante salientar que essa atividade humana de reflexão possui mais de dois
milênios e meio de história e há inúmeros filósofos e filosofias e, muitas
vezes elas são contraditórias entre si.
O que disse alguns filósofos
sobre a filosofia? Para Merleau-Ponty (1908-1961) - "A verdadeira
filosofia é reaprender a ver o mundo." Gilles Deleuze (1925-1996) e Félix Guattari
(1930-1993) - "A filosofia é a arte de formar, de inventar, de fabricar
conceitos... O filósofo é o amigo do conceito, ele é conceito em potência...
Criar conceitos sempre novos é o objeto da filosofia."
Em termos gerais, a Filosofia é
uma constante atividade de reflexão crítica sobre a totalidade do Ser (ser
humano, natureza, mundo, universo, infinito) que tem como produto a formação de
conceitos.
Segundo Aristóteles a filosofia
se origina com o espanto(admiração).
Isto é, os seres humanos se dispõem a filosofar quando algo da sua rotina cotidiana lhe desperta atenção e exige reflexões e respostas lógicas e racionais.
Isto é, os seres humanos se dispõem a filosofar quando algo da sua rotina cotidiana lhe desperta atenção e exige reflexões e respostas lógicas e racionais.

Como podemos filosofar?
Filosofar é identificar algo na
realidade cotidiana que nos causa espanto/admiração e analisar diversas
opiniões, percepção, criar generalizações e por último, formular conceitos.
O esquema do filosofar seria:
reflexão sobre opiniões, impressões e ideias+ uso da razão crítica que cria
generalizações= conceito (produto do filosofar)
O conceito é a base do pensamento
filosófico.
Criamos conceitos para organizar
e explicar o que pensamos e sentimos sobre coisas, fatos, ideias e pessoas. O
conceito representa a essência de algo que foi pensado.
Mas afinal o que a Filosofia tem
a ver com a cidadania?
A filosofia surgiu com a propagação
de cidadania na pólis dos gregos antigos e tem como objeto estudo os principais
conceitos relacionados a vida social: política, ética, cidadania, liberdade, direitos, estado, formas de governo e se levarmos
em conta que, segundo o filósofo Antônio Gramsci: ‘’todos os homens são
filósofos’’ e quando entendem que a realidade social é problemática e não
natural e , a partir de tal constatação, começam a questionar a mesma e buscam explicações
lógicas e racionais, isto é, realizam reflexão crítica sobre o mundo social a
sua volta com o objetivo de buscar respostas objetivas e coerentes.
Logo uma pessoa que possui o
pensamento crítico e é capaz de refletir sobre a sociedade da qual faz parte e
o lugar que ocupa nela certamente será um cidadão consciente dos seus direitos
e deveres e um cidadão de bem
Autor: Michel Gustavo de Almeida Silva.
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Refletindo sobre a ética na atuação do Organismo Internacional ONU ( 2° Ano - Novo Ensino Médio - 4°Bimestre)
Acesse o site, disponível em: https://infoonu.wordpress.com/2012/11/16/criticas-a-atuacao-da-onu/ -Leia o texto: Críticas a atuação...
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Após leitura e reflexão, favor elaborar um resumo para estudo.
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A TEORIA POLÍTICA DE ARISTÓTELES Há várias definições para a Política, mas, em termos gerais, política significa a arte de administra...
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TEXTO 1: Proibição à burca na França: oprimir para libertar? Por Maíra Kubík Mano*, para o Opera mundi (publicado em 13/04/2011) ...

